Pinot Nero Trevenezie IGT Villa San Martino
Pinot Nero do norte da Itália pra quem quer um tinto de fruta, não de madeira: cereja, framboesa e groselha na frente, sem peso.
Categoria — Itatiba
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Pinot Nero do norte da Itália pra quem quer um tinto de fruta, não de madeira: cereja, framboesa e groselha na frente, sem peso.
Cabernet Franc gaúcho de tiragem limitada: 1.954 garrafas numeradas, quinze meses em barrica de carvalho francês e americano.
O irmão mais novo do Gran Reserva que já está na vitrine: mesmo Malbec de Ugarteche, mas com seis meses de carvalho francês em vez de doze.
Malvasia Nera é uma uva incomum, tinta e aromática ao mesmo tempo.
A versão de guarda do Malbec da casa: doze meses em carvalho francês, que somam chocolate defumado e violeta à ameixa e à cereja da uva.
Outro Manduria, este com 14,5% de álcool e um perfil mais sedoso: ameixa em compota, cacau e um final que demora a ir embora.
Manduria é a denominação onde o Primitivo atinge sua expressão máxima.
Cabernet e Primitivo juntos, com 15% de álcool — a força de um e a generosidade do outro.
A dupla que Mendoza faz melhor: Cabernet Sauvignon traz cassis e coluna, Malbec entrega ameixa e carne.
Blend do Douro com cinco castas portuguesas — Touriga Nacional na frente, seguida de Tinta Roriz, Jaen, Alfrocheiro e Baga.
Primitivo com 15% de Montepulciano na composição, o que acrescenta cor e uma camada extra de estrutura.
Primitivo do Salento, no calcanhar da Itália, onde o sol dá à uva essa generosidade toda.
Quatro uvas de Abruzzo em um só blend: Montepulciano, Cabernet Sauvignon, Merlot e Sangiovese.
Tannat uruguaio de San José, feito em versão equilibrada — a uva costuma ser áspera, e aqui ela chega domada, com fruta escura e estrutura firme sem agredir.
Cabernet Franc da Serra do Sudeste, região de clima mais frio que dá à uva o traço de erva fina que ela tem de melhor.
Blend brasileiro da Serra Gaúcha unindo Malbec, Montepulciano e Petit Verdot.
Blend de Abruzzo com Montepulciano, Cabernet Sauvignon e Merlot.
Chianti de verdade, com selo DOCG: 85% Sangiovese, 10% Canaiolo e 5% Ciliegiolo.
Sangiovese toscano no registro clássico: cereja, erva seca e uma acidez alta que parece feita sob medida para molho de tomate.
Do Tejo, em Portugal, com Castelão e Cabernet Sauvignon. Macio, frutado e com aquele fundo de especiaria que os tintos portugueses costumam ter — fácil de beber e difícil de errar.
Malbec de Luján de Cuyo, o subdistrito mais tradicional de Mendoza.
Fruta escura, acidez em pé e textura macia — um tinto de Treviso que resolve bem o meio-termo entre leve demais e pesado demais.
A uva espanhola por excelência, aqui em versão de La Mancha: ameixa madura, especiaria doce e um final sedoso que não morde.
Tinto italiano de todo dia: fruta vermelha, tanino macio e nada de madeira atrapalhando.